Archive for category ontologia

rede, releasing

redeA conversa sobre Redes é uma das minhas grandes aventuras. Começa de um jeito, toma contornos indefinidos, vive outras maneiras. Pessoas e visões ao alcance de um twitt.

Tô “releasing” esse post,  que tava amarrado aqui nos rascunhos esperando por uma compreensão que quando vier vai provavelmente me fazer lamentar não ter “releasado” antes essa conversa. Então, em tempo talvez.

Meu rascunho começa com o link para  MetaReciclagem é Rede?. Não vou reler agora e tentar entender as minúcias. #reacesso.

Outro link: efeefe – Redes #reacesso. E aí mais um link: do substantivo para o verbo #reacesso.

Então, surge o texto:

É de lascar esse negócio de você achar que já sabe onde vai dar a conversa da teoria antes de ter dado uma mergulhada  bem segura nela. Ainda bem que eu voltei atrás na estória de dizer que o efeefe tava pensando na linha da ANT. Desejos conscientes?

Então que esta semana, fica soando vez em quando ma minha cabeça “metareciclagem é uma palavra” aí imediatamente penso que, que óbvio isso, dizer isso não significa absolutamente nada, mas porque isso está insistentemente retornando à minha cabeça?

Então lembro logo daquela cena do Matrix III “love is just a word, what matters is the connections de word implies”. E como tem por aí milhões de coisas escritas sobre Matrix e filosofia. Fico pensando se uma googlada não vai me levar à famosa virada linguística. Dá quase para apostar que alguem vai citar Wittgenstein …. Arrisco

Link: I don’t think so. Or do I.

Link: Like a splinter in your mind: the philosophy behind the Matrix trilogy …Por Matt Lawrence.

E mais um link: MetaUtopia: Videiro.

Tá “releasado”!

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Representação e Natureza MetaReciclagem

logo_metareciclagemAcho que a minha própria experiência  MetaReciclagem já é algo que soma mais uma resposta nos breves questionamentos do Hernani.  Breves porque quem já viu questionários, formulários de pesquisa acadêmica por aí,  sabe que o povo perde a noção. Vou acrescentar minhas respostas, com o máximo de detalhes que conseguir, mas, por enquanto, ainda estou pensando aqui: por que não há um volume de respondentes perto do nível que meu imaginário projeta?  O que me dá essa referência de que há muito, muito  mais pessoas que podem vir aqui e responder? Sempre fico matutando sobre isso com a lista também,  ou com os #mutsaz. Quem responde e quem não responde a determinadas conversas. Por que? Esse foi o pensamento principal por trás do meu post: Representar e Ser MetaReciclagem, Rede.

Ligo Hernani, Felipe e Dalton (tem mais gente, claro, como o Felipe me lembrou no seu reply,  Glauco Paiva. Sim, o  Glauco também me parece um nome importante no contexto Origens Metareciclagem / Weblab, mas talvez por alguns detalhes de interações on e off-line me fixei em três. É como se aqui, à distância, conforme eu fosse lendo, vendo, ouvindo interagindo com as coisas MetaReciclagem, os nomes Felipe, Dalton e Hernani estivessem mais acentuados na minha tag cloud, entende?).  Aponto para a Weblab porque o contexto “Inclusão Digital” é minha preocupação central desde que comecei as interações em rede. E neste ponto a tag cloud está mais acentuada para a Weblab. Assim, acho que acabo diferenciando as noções de  “representação” e “natureza” MetaReciclagem.

A “natureza” MetaReciclagem não é alcançável, mas as “representações” MetaReciclagem podem ser contextualizadas. O que quer dizer que são sempre provisórias e incompletas.  Por exemplo, se essa fosse uma pesquisa do Ricardo Ruiz,  eu apontaria para outro “agrupamento”,  provavelmente veria uma outra força de associações e também  provavelmente com outras pessoas e não-pessoas associadas (Ainda que o Felipe me pareça presença constante). É complicado de explicar, mas, pelo tanto que eu escrevo por aí e aqui das minhas percepções, o que não pode ser dito é que eu não estou me esforçando.

Para fechar em quatro parágrafos,  e não perder o foco do trabalho do Hernani, quero falar de algumas percepções de “representações” MetaReciclagem  e como elas criam, para mim, a expectativa de conversas nesta ação. Umas das “representações” mais fortes para mim é Bailux, que bom que pude estar por lá agora em setembro (e espero voltar). Quando o Régis respondeu ali naqueles questionamentos do hdhd, e ainda mais da forma como ele respondeu, marcou para mim uma noção de pertencimento, de “tamo junto”, que é de certa forma o que eu gostaria de ver de muito mais gente. Como eu disse no meu post, independente das posições políticas e ideológicas de cada um. Depois teve o Hudson respondendo. Hudson é força discursiva online MetaReciclagem. Tem muito, muito valor nesse sentido. Enfim, as emoções e expectativas sempre estão aí. Alguém conhece o Ian Lawrence? Saudações metarecicleiras!

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onde não queres nada nada falta

COMICS + INFORMATION DESIGN by Austin Kleo on FlickrTenho aqui um bocado de percepções e alguns termos: Internet, inclusão digital, transformação social, information literacy, desenvolvimento, produção, política pública, ciência e tecnologia, tecnociência, organização, sociedade… É tanta coisa que quando busco explicitar os porquês dos meus fazeres atuais sinto dificuldade em começar. Já faz algum tempo que venho tendo vontade de pegar os pedaços de histórias que estou registrando por aí e compor  um corpo, na esperança de que isto vá me mostrar algo. É a esperança do #reacesso.

São muitas dúvidas e uma certeza: trabalhar na idéia de melhoria para algumas realidades. Sistemas, metodologias, práticas, práxis em torno de construção conjunta de oportunidades e desenvolvimento local. Resta escolher ou ser escolhido por alguma destas realidades.   Penso no que vivi e no que gostaria de viver ainda, em como e porque tive e tenho acessos e oportunidades. A Internet tem um papel importante nisto. O que é afinal esta coisa que tenho com a Internet? O que pode partir disto e com isto para o trabalho com as pessoas, as comunidades?

Na Internet tem informação de todo o tipo disponível, mas não só isso,  possibilidades de expressão, de produção, de articulação. É uma coisa sócio-técnica meio que mágica ainda, mística,  ao mesmo tempo que opera numa racionalidade comercial, do consumo, motor e produto da sociedade do consumo. No ciberespaço é muito fácil dispersar,  ficar perdido, desviar de um objetivo inicial, consumir consciente e inconscientemente. O ciberespaço é multitransdimensional psicodélico.

Outro dia tuitei para a @kali_lin sobre o volume que ela compartilha no Google Reader. Tem dias que ela solta mais de 40 itens em sequência, coisas muito legais de todo o tipo: imagens, posts enormes e curtos, vídeos etc. Mas simplesmente não consigo acompanhar. Não posso. Fico pensando se eu olhasse, lê-se, ouvisse um por um dos itens,   quanto tempo esta navegação me consumiria diariamente? Em meio ao conjunto das outras coisas para ver é comum não dar nem para olhar rapidamente por cima e selecionar algumas coisas. Acabo olhando só uns três ou quatro itens e ignorando o restante. Porque este processo,  considerando a dinâmica do hypertexto e a possibilidade de saber mais sobre qualquer coisa a apenas uma googlada de distância, parece que vai te enredando nas diferentes dimensões e entre elas, vai alterando percepções e consciência. Essência do ciberespaço?

overload dasilvaorgHoje já não me incomoda mais deixar coisas sem ver, não tanto quanto incomodava quando começei a interagir e pesquisar com blogs. Atualmente o sentimento é de definir coisas no meio do caos (na falta de uma palavra melhor), ainda que a preocupação com a informação se mantenha, principalmente na questão da interação, o handshake diário e o como lidar com as caixas-pretas.

Joaquim Izidro, que é uma super pessoa, músico, camarada,  me falou recentemente, não pela primeira vez, em uma dificuldade com a quantidade de informação. Era um espécie de feedback que ele estava me dando sobre algumas coisas que lhe mostrei, como o site do Orquestra Organismo ou o post do Brazileiro sobre sua residência lá no Alafin Oyo. Me parece, mas ainda tenho muito que conversar com Izidro sobre isto, que por algum tipo natural de seleção,  em função dos focos dele provavelmente, a coisa aparenta tão carregada ao ponto dele não saber como lidar com ela, a informação,  e então ter que deixar pra lá.

Mas fevereiro está apenas começando. Esta semana quero finalmente assistir algumas coisas que já estão há meses nos planos,   talvez instalar um Debian no desktop e brincar um pouquinho, certamente estudar mais o Latour, tentar ler o resto do The Internet o Things e passar o exemplar impresso que ganhei do @efeefe pra frente. Ah,  e na expectativa do  #karmaval, até o próximo “elemento” #mutsaz.

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[update] quase instantâneo

ao terminar de escrever e publicar fui ler os outros post #mutsaz, olha só o que eu encontrei

Por sorte me contive a tempo e não entrei no google pra descobrir o lugar onde se consertam máquinas de escrever. Por puro medo. Tive receio de achar outras coisas legais sobre esses objetos antigos e me perder nas descobertas, quando ainda tinha um projeto por terminar.

Sobre a comunicação: como funciona essa capacidade humana de se fazer entender, mesmo quando as palavras não são adequadas ou explícitas?… Sobre a relação das pessoas com os objetos e máquinas: que estranho papel exercem em nossas vidas?…. Sobre os pontos de conexão entre pessoas e a formação das redes: seriam aqueles invisíveis para tornar estas inevitáveis desde os primórdios da humanidade?… Sobre os caminhos tortuosos que escolhemos em nossas vidas para chegar ao que nos é bem próximo… Tati Prado

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Feiticeiros ontologia rede: molecada

blogagemmolecadaColocar em post uma sistematização dos pensamentos interações rede é sempre um desafio.

Desde ontem pela manhã que estou tentando escrever este post. Eu queria apenas resumir, descrever, apontar, listar, classificar, blá, blá, blá. Marcar um percurso ontologia rede.
É essa questão do #reacesso, entende? Pense em cada conteúdo que eu tenho que ler para poder dialogar (numa lógica “tradicional”) na hora que me remetem a uma referência. Caixa preta?!

Os feiticeiros que o efefe recorta do Mil Platôs, V4 são talvez um bom ponto de amarração desta conversa. Por que? Para exemplificar. Me obriga leitura. Mas mais, muito mais do que isto. Esse jogo rede é complexo. Porém, o que marca é que a regra da conversa independente da leitura é conflitante para mim, difícil lidar com ela….

Existem estas coisas nos textos que “nunca” irão se “revelar” por inteiro para um indivíduo a menos que seja para aquele que escreve. Mas não, no mesmo instante percebo que se #reacesso estiver fazendo algum sentido há muito mais até para aquele que escreve. No primeiro caso, tudo bem, o tempo pode mostrar a cegueira. Mas e no segundo caso? Ou seja, seria isto uma mensagem do tipo: “desencane com @#$&*! ao escrever?

Tem uma recorrência aqui: A Sociedade Contra o Estado; 1, 2, 3, 4. #reacesso.

The Internet of Things

Apropriação e Apropriação.

Molecada está quebrar “lógica”. A questão indígena ainda está “lógica”, apenas fora de uma hegemonia, mas inserida em outra.

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