Archive for category papo metarec
Práxis MetaAfins: Fechando/Abrindo Ciclos
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 24/12/2011
Entre 2 e 4 de dezembro agora (2011), como mostram os posts anteriores, estive no Rio de Janeiro participando do Festival Internacional Cultura Digital.Br, uma ida viabilizada pela proposta aprovada da Desconferência MetaRec. A dinâmica do festival foi muito própria do que me parece ser o fluxo de tentativas de estabilizar as coisas que estão circulando principalmente na megatag #artetecnologiapolítica. Definir qualquer coisa alí era demarcação de posição. Tristemente, em muito do que vi e não vi, posições com pouco de coletividade, com tons individualistas nas disputas por espaços de ação.

A festa talvez tenha sido o traço da nossa brasilidade mais interessante por lá, lembrando uma coisa que Felipe Fonseca já andou falando por aí. Boas festas, institucionais ou não. Já os contrastes, os contrapontos, as alteridades, pelo menos do que eu vi/percebi, estão em significações que requerem muito mais assimilação do que a superficialidade daquilo tudo permite. No final das contas, a nossa cultura digital ali talvez tenha sido apenas mais das manifestações das nossas redes analógicas (comparação que alguém também andou fazendo por lá). A fronteira do digital, e isto cada vez passa a fazer mais sentido, nunca existiu.
Na [Des]conferência Tecendo Redes mais ou menos 25 pessoas pegaram mo microfone para se apresentar, num estranho ritual que, como foi comentado posteriormente, para alguns já parece não fazer mais sentido. Viviane Nonato fez falta, e isso foi outra estranheza dessas expectativas que construímos em torno de tudo. Alguns mais que outros, claro.
Perdido na tentativa de assimilação de todas as imagens, agências, cochichos, sorrisos, inquietações, indiferenças que me circulavam consegui anotar pouco além do nomes dos que se apresentaram. Mas a experiência foi única, aprendizado, como sempre tem sido com a MetaReciclagem. Já no finzinho da conversa em roda me dividi entre prestar atenção em quem falava e olhar ao redor para os outros movimentos, para o vai e vem de alguns de nós na roda, até que eu mesmo não resisti e levantei para falar com alguém que estava por perto enquanto o microfone continuava passando e… de repente, já estávamos na festa de encerramento. Ciclo fechado, ciclos abertos.
FICD.Br, Começando
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 03/12/2011
O festival neste primeiro dia se mostrou como uma grande festa, marcada caracteristicamente pelo cocktail de abertura. Talvez por ter se iniciado com o nome de Fórum da Cultura Digital, e de certa forma isto ainda estar como uma marca forte na minha cabeça, a expectativa de festa a qual eu deveria ter associado imediatamente a festival(claro) não é a motivação maior da minha presença aqui. Não dá pra acompanhar tudo, claro, como sempre. Mas dos recortes, do meu trânsito, no feeling, o que me provoca questionamentos inicialmente é a questão da consciência.
As marcas discursivas de hoje nos espaços que se abriram com os microfones são apenas detalhes. A azaração “política” é o mote. Mas que “política” e essa? Para a MetaReciclagem, com toda a minha licença construtiva do movimento, o que se avizinha parece interessante. Principalmente porque a política que vejo agora é muito mais a do afeto, da construção das alternativas.
consciência, cultura digital, festival, fórum, metareciclagem, política
MetaReciclagem Tecendo Redes: Chegada
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 02/12/2011
Acabei de chegar para a Desconferência MetaRec no Festival Internacional Cultura Digital no Rio de Janeiro.cultura digital, encontrão, festival, metareciclagem, planejamento
MutGamb: O que une/separa?
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 27/11/2011
O que nos une? A pergunta foi feita para o “coletivo editorial mutgamb” logo após o debate no lançamento do livro do efeefe em Ubatuba, onde estamos em reunião para definir rumos, afinar propostas, idealizar orçamentos etc. Tão pertinente quanto esta pergunta uma outra poderia ter sido colocada logo em seguida por um de nós, o que pode nos separar? E isso importa?
Essa ação /conversa que estamos tendo por aqui é algo que tem um padrão, um vínculo ordenado. Mas isto não é algo objetivo, evidente, claro. Ou melhor, há clarezas sim, mas não aquelas possíveis de serem delimitadas apenas em discurso. Porque é a ação que acompanha o discurso que dá sentido a todas as propostas aqui discutidas e que faz com que estas propostas se tornem reais. O que cada um de nós vai fazer com a tag “mutgamb” logo em seguida a este encontro pode fortalecer o que nos mantém juntos ou não. Mas, que importância tem para cada um de nós “estar juntos”?
Das coisas que me vem à cabeça agora, pensando nessa questão do estar juntos e de sua importância , algo que surge é a consideração de que não somos inicialmente um agrupamento espontâneo. O mutgamb é uma intervenção planejada na rede de comunicação e informação da MetaReciclagem, ou melhor dizendo, é algo inicialmente estruturado para agir em torno da rede relacionamentos, comunicação e informação da MetaReciclagem e potencializar, articular, dar visibilidade à MetaReciclagem que queremos. Uma estratégia de permanente demarcação, legitimação, fortalecimento dos ideais e práticas que se associam à MetaRec formando um comum de entendimentos, de desejos, de vontade de construir coisas juntos. Um comum que se coloca como um ponto de passagem interessante para as articulações com a rede , enquanto rede, da rede. Para que juntos acolhamos o novo, o diferente, o “outro” que será o “mesmo”. Ou, como não pode deixar de ser, o “mesmo” que será o “outro”. Mas nada fixo, nada definitivo, sempre fruto das associações com o comum.
Mas ter sido algo planejado não quer dizer que o agrupamento que hoje somos, de pessoas, concepções, técnicas e qualquer outro elemento que queira ser destacado, não pode vir a gerar (ou já tenha gerado, esteja gerando) várias ligações espontâneas. Algumas destas ligações podem até manter o nome de “mutgamb”, ou os ideais em torno do que foi inicialmente planejado. Mas outras ações, práticas, conceitos também emergem. E essa emergência talvez seja o mais legal disso tudo. A separação de alguns elementos com o passar do tempo é algo inevitável. Talvez o que fique, o que mantenha a união, possa ser pensado justamente como a diferença, a distinção, ou a consciência de alguns destes fatores que constituem esse comum em permanente construção.
mitoreciclagem com água
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 10/06/2011
Em meio a tantas incertezas talvez sempre exista o medo de algumas certezas. Clichê? Não sei. O que
sei é que alguém que admiro e que fala ao meu coração retomou mais um elemento, mais um componente, ou talvez: O elemento, O componente, nas reconstruções contemporâneas dos existires aos quais me vinculo. Daniel Duende strikes again. Não preciso falar muito sobre isto por enquanto, o mito fala por si.
agualab, danielduende, dpaduando, metareciclagem, mito, mitologia, mitoreciclagem, redelabs
Uma reflexão com o sertão: tecnologias, água e invernos
Posted by dasilvaorg in papo metarec, technology on 28/08/2010
Agora no finalzinho de agosto saí de Cabedelo [1] com destino a Sousa [2] para uma tarefa um tanto quanto estressante, porém extremamente necessária. Prefiro não falar sobre ela mas sim sobre o objetivo paralelo, que foi produzir este texto para o #mutsaz inverno [3].
Eu sabia que uma vez estando em Sousa, na pior das hipóteses, teria uma tarde livre para dar uma volta pela cidade, ver coisas, conversar com as
pessoas e assimilar um pouco desse sertão que não conheço em nada além da literatura e de um imaginário popular. A idéia era aproveitar esse tempo para refletir um pouco sobre “local” e tecnologia. Consciente porém de que “local” é sempre construção.
Não li nada sobre Sousa antes da viagem. Sabia da existência do Vale dos Dinossauros [4], mas não era meu foco. Passei por lá rapidamente apenas para atender a um desejo do meu filho e fiquei um pouco triste com o descaso que vi. Sabia também que havia uma descoberta recente de petróleo na região, mas não tive tempo de investigar o assunto.
São sete horas de viagem de ônibus para Sousa. Levei coisas para ler e para ouvir, mas sempre acabo curtindo muito a paisagem. O dia estava da cor que eu mais gosto, cinza, nublado, bonito demais pra começar viagem rodoviária. Mas ao tentar fotografar este momento o que me veio imediatamente à cabeça foi o imenso poder daquele mar verde ao meu lado. Essencialmente cana-de-açúcar [5], até onde a vista alcança.
Muitas horas depois, já na região do Sertão, duas coisas me chamaram a atenção. Primeiro a paisagem, deslumbrante, bela, de uma beleza distinta da que
estou acostumado no litoral. Fiquei imaginando como interagir com aquelas paisagens, que tipo de descobertas e aprendizados estariam por ali para com tempo, não apenas uma tarde mas alguns anos, serem vivenciados lenta e proveitosamente? A paisagem parecia me dizer: “aqui há possibilidades e aprendizados que você jamais imaginou. Conhecimentos e práticas cujos significados não lhe são minimamente apreensíveis no momento”.
Cheguei em Sousa já era noite e apenas dormi para comparecer ao meu compromisso na manhã do dia seguinte. À tarde, logo depois do almoço, comecei minha caminhada, acompanhado por um bom camarada que conheci pela manhã, o Léo. Alguns minutos à pé pelas ruas da cida
de e chegamos no local que atiçou de imediato meu imaginário tecnológico, a estação ferroviária de Sousa. Pensei logo: “Será que ainda há movimento de trens por aqui? De que tipo? De onde para onde?”
Fomos recebidos na estação pelo Sr. Valdemar, que conversou bastante conosco sobre a situação atual do transporte ferroviário na região, e o Sr. Manoel Nóbrega, funcionário antigo que ainda pegou na década de 80 do século passado o terminal funcionando para o embarque e desembarque de passageiros. Coisa que não ocorre mais atualmente. Por que será que o transporte ferroviário de passageiros foi desativado na região? Fiquei muito curioso para entender os motivos que levaram a isto, mesmo antecipadamente imaginando que tudo não passa de articulação política dos interesses corporativos. Não é difícil ver o cenário. Ainda assim, nada posso afirmar. Pesquisando sobre a história e as perspectivas da ferrovia no sertão encontrei o blog Es
tações Ferroviárias da Paraíba [6] com muito material para começar uma investigação sobre o assunto. Fiquei só pensando em fazer a viagem, João Pessoa – Sousa, de trem. Será que há justificativa plausível para a desativação desse tipo de transporte neste caso específico? Porque a tecnologia não serve mais? Segundo o Sr. Manoel os trens de passageiros que passavam por ali eram os que faziam o percurso Fortaleza – Recife e também Mossoró / RN. O Blog Estações Ferroviárias da Paraíba apresenta mais alguns detalhes [7].
Minha reflexão tecnológica não parou na questão do transporte ferroviário. Aliás, nem começou aí. Ainda na estrada uma imagem havia me chamado a atenção. Vi pela primeira vez uma cisterna de aproveitamento de água da chuva [7]. E aí o pensamento foi a mil.
Essas cisternas foram o primeiro exemplo que eu ouvi de “tecnologia social”. Rapidamente lembrei que eu já vinha pensando em me dedicar um pouco mais em vislumbrar possibilidades em torno dos WaterLabs [9]. E então essa imagem e possibilidades não me saíram mais da cabeça durante estes dias que estive em Sousa.
Falar de água no sertão pode parecer meio cliché, mas, será? Antes de dizer qualquer coisa sobre água e tecnologia preciso de algumas investigações, mas, de qualquer forma, só o vislumbrar de uma possibilidade já me anima bastante. É que nessa estória de doutorado e as conversas em rede, talvez, por questão das restrições e limitações do trabalho acadêmico, eu esteja próximo a ter que escolher algum tipo de projeto para o centro das atenções. Estabelecer um projeto para poder seguir os atores e vê-los e descrever suas manifestações. Etnografia, essencialmente com as premissas da Actor-Network Theory.
Além das ferrovias e da água outras q
uestões tecnológicas surgiram na minha rápida interação com Sousa. Encontrei com um armazém que não é tão diferente das coisas que ainda posso encontrar na feira de Cabedelo. Mas, alguns dos itens me chamaram a atenção. As celas, os artefatos de sola, as esporas, coisas de montaria, todos ali me transportando para uma viagem no tempo. Eu não imaginava que ainda se usavam esporas atualmente. Fiquei surpreso. Tão surpreso quanto encantando com as cores e utensílios do local, uma mistura das tradições com a contemporaneidade. Reflexão tecnológica pura! Celeiro de #MetaReciclagem. Agora fico no aguardo do retorno ao sertão em alguns meses. As expectativas prometem, e o tempo parece que vai ser bem maior.
Quanto ao inverno, aqui no litoral era comum eu ver minha vó e alguns mais velhos se referindo a inverno como “período de chuvas, sem que isto tivesse qualquer relação com período que é denominado de inverno aqui no Brasil. Parece que no sertão não é diferente [10]. Foi a primeira coisa que pensei quando em Sousa me falaram que as chuvas importantes são as do final do ano e comecinho do outro, quando elas acontecem (o que não é sempre) temos uma outra paisagem, um outro sertão, por conta de um inverno em pleno verão.
[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabedelo
[2] http://pt.wikipedia.org/wiki/Sousa_%28Para%C3%ADba%29
[3] http://mutgamb.org/mutsaz/Chamada-MutSaz-Inverno-2010
[4] http://www.valedosdinossauros.com.br/
[5] http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1482
[6] http://estacoesferroviariaspb.blogspot.com/
[7] http://estacoesferroviariaspb.blogspot.com/2009/09/estacao-de-sousa.html
[8] http://www.rts.org.br/noticias/destaque-1/cisternas-podem-ajudar-a-atingir-sete-odm
[9] http://wiki.bricolabs.net/index.php/WaterLabs
[10] http://serravermelha.blog.terra.com.br/2010/04/30/o-sertanejo-e-a-caatinga/
Água, inverno, metareciclagem, mutsaz, Paraíba, Sertão, Sousa, Tecnologia Social, WaterLabs
redelabs: ações, linguagem e comunicação
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 08/06/2010
Assisti recentemente o víde
o de uma palestra do Latour para um departamento de comunicação e que em dado momento ele é questionado por uma possível não atenção para as questões da comunicação. Daí que de muito bom humor ele se vira para “o termo” e afirma que sim, não deu muita importância ao termo comunicação, mas que tratou do assunto usando alguns outros termos, como Redes por exemplo.
Em meio a toda essa movimentação do Felipe ( aqui, aqui, aqui, aqui, e em mais lugares por aí) com a empreitada dos “sem nome labs” (copyleft Tati Prado), não resisti em registrar a ligação com uma outra conversa que para mim tá muito forte na inter-relação quando der para enfocar a práxis das metodologias. Claro que agora tudo me parece num corre muito grande e com coisas mais, digamos, urgentes e objetivas para definir. Mas que as questões estão imbricadas umas nas outras estão. Vamos lá!
cultura digital experimental, linguagem, metareciclagem, práxis, redelabs
o site brincadeira
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 07/04/2010
Hoje (terça 6 de abril) fuçando coisas para escrever sobre MetaReciclagem cheguei a mais uma área do site que me lembro de ter visitado rapidamente em algum momento e depois esquecido ( #reacesso ). Bookmarquei. Gosto quando chego nestas páginas de index em algum site. Não sei porque, mas me dá uma impressão de que estou vendo tudo que há ali
, diferente de quando tenho as coisas organizadas de outra forma. Poderia pensar em justificativas e escrever um post só sobre isto, mas não é o caso.
O caso é que desde que ouvi o hdhd dizer no Encontrão Intergalático que o site era uma merda eu me pergunto: por que? E tenho uns sentimentos, umas coisas estranhas, meio mistura de preocupação com medo, sei lá. Depois, quando vi o pessoal discutindo as estratégias da infralógica no Encontrão Transdimensional eu também fiquei com uma sensação parecida. Aí fiquei perturbando, enchendo o saco do pessoal. Foi mal!
Recentemente li algo da Tati Prado sobre uma diferença entre jogo e brincadeira (Passei um e-mail pra ela me lembrar onde tava, sacomé… muita coisa e pouco tempo pra procurar agora. Ela não respondeu, deve estar em compromissos de trabalho). Aí fiquei pensando que uma idéia que eu tinha do site, como um jogo, podia ser melhor contextualizada, talvez, como brincadeira. Acho que o medo que eu tenho é que acabe a brincadeira.
Sigamos.
meu trabalho é te traduzir
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 25/02/2010
Já tem uns dias que estou querendo escrever sobre como vejo meu processo pessoal de aprendizado a partir da interação com MetaReciclagem (apesar de pensar que tem muito que eu não vejo agora, com certeza muito). É que saí da netnografia para algo mais próximo da autoetnografia. Tudo ainda muito superficial, tudo ainda só percepções. Só que ontem, enquanto dirigia o fusquinha 79 pra resolver alguns problemas, me veio à cabeça essa coisa. A de que quando eu entrei em contato pela primeira vez com a lista MetaReciclagem eu estava completamente encantado com alguma coisa relacionada a possibilidades a partir das interações Web. Era como se na época eu acreditasse que bastava comunicar alguma coisa online que me parecesse razoável e logo haveria um bocado de pessoas conversando comigo sobre a coisa. Se não fosse possível tocar pra frente a idéia, ao menos haveria interações que chegariam a algum outro lugar interessante (em curto prazo, claro).
O que me levou a essa encantamento? Essa foi a questão para qual despertei no fusquinha. Por que esse encantamento? Em meio a um processo de interações (comigo mesmo na grande maioria das vezes) acho que foi como cair num conto da Web 2.0. ” Web 2.0 = POWER TO THE PEOPLE!”
Não dá para precisar quando as coisas começam a mudar na sua cabeça. Acho que não. Mas tem um momento recente que marca um outro encantamento meu: A percepção que me que levou a criar o blog Reacesso e pensar nessas necessidades de “resgate”, reacesso das coisas. Foi o post MetaReciclagem: Incertezas, Reacesso, Redes que publiquei no dia seguinte ao meu aniversário de 2009 (épocas próximas ao meu aniversário são sempre horríveis para mim). Daí pra frente algumas coisas tem tido andamentos e percepções, outras tem tido andamentos e percepções.
Não vou conseguir mais uma vez fazer aquele apanhado sobre a trajetória do pensamento. Canso, muito antes do meio do caminho. Mas acho legal aproveitar o espaço desta ocasião registrar duas coisas. Primeiro o presente Karmaval do Glerm que chegou aqui em casa esta semana. Meu moleque se divertiu fotografando e fazendo colocações sobre tudo. Quando recebo um trabalho assim cheio de simbolismos fico me perguntando se é preciso buscar decifrações. Outra coisa que penso é por que não me sinto confortável para falar sobre? Acho que tem aí um medo de não saber o que falar, ainda que isso entre em contradição com um outro pensamento meu, o de que ter um pensamento certo de como lidar com arte é algo que não tem a ver com arte. Viagem de quem não entende nada do assunto.
A segunda coisa que quero falar é do Bruno Latour, as leituras têm sido cada vez mais interessantes, no sentido de que me dão uma visão de Rede que sai da mesmice das questões que eu vejo nas conversas de redes sociais, ao mesmo tempo que uma compreensão da construção de fatos e artefatos muito coerente com o que sinto no dia a dia. Só não tenho como justificar nada ainda “intelectualmente”. É tudo sentimento, percepção, encantamento. Isto conta para a Ciência? Isto conta para as ciências? Recentemente na lista Submidialogia alguém me questionou quanto à pertinência de usar Latour e o pensar sobre caixas-petas. Basicamente foi recrutada uma associação com Grabriel Tarde e a noção de monadologia. Para mim isto ainda é caixa-preta. Ficamos então neste ponto com uma emotiva resposta minha dos motivos que fazem atualmente ver Latour como algo bastante legítimo.
E para fechar, falando em emoções, a marca aqui é um grande vazio, apreensão, com a ausência da Maira nas conversas online. Essas interações online sempre são apreensivas e cheias de expectativas para mim. Essa semana fui pego numa situação entre duas pessoas que não se falam e que estavam falando comigo ao mesmo tempo no Gtalk. O interessante é que a conversa com ambas estava sendo muito boa, ao ponto de eu querer falar sobre uma para a outra. Aí veio a surpresa:”Sim, nos conhecemos. Tivemos problemas e não nos falamos”. Fiquei meio sem chão na hora, mas no final tudo parece que ficou bem. Quanto à Maira, o que resta é pensar que coisas boas sempre acontecem. PAZ para todos nós!
arte, emoções, encantamento, metareciclagem, mutsaz, pesquisa, Web 2.0
Resistência em ser Organização
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 15/12/2009
Em 2008 a Fernanda Scur fez a gentileza de dialogar comigo e a lista metareciclagem sobre meu projeto que estava nascendo e o dela que já estava se encaminhando. Coloquei as propostas daquela época em duas páginas de wiki lá no site: PesquisaOrlando e PesquisaFernanda. No mínimo vai servir para pensar na evolução da coisa.
A seguir trago um trecho interessante da conversa, onde comentando as pretensões da Fernanda falo da natureza das organizações e de uma característica que passei a entender como fundamental na MetaReciclagem em relação a isto.
Fernanda Scur : Esse meu interesse surgiu durante o meu trabalho de mestrado feito na Tanzania, onde lidei com as instituicoes de desenvolvimento alemãs, e suas metodologias de implantacãoo de projetos de desenvolvimento super “top-down”, onde o que conta em primeiro lugar são os interesses dos doadores, de tais instituicões, e bem por último, no sentido burocrático da coisa mesmo, a comunidade – digo isso porque as pessoas envolvidas eram pessoas boas – mas o SISTEMA é tal, que é dificil ocorrer uma mudanca – dai a questão: como mexer no sistema??
Orlando: Tenho uma “quase certeza” (porque é bom ter dúvidas) de que quando há “organizações” por traz das coisas tudo vira top-down. Porque esta é a natureza da organização como forma de poder. Tem muita prática travestida de “participativa” “bottom-up” por aí, porque há a necessidade de adaptar o discurso. Mas, a “Organização” é uma agressão à subjetividade, uma violência. Essa é outra viagem que eu vou tentar delinear os caminhos também.
Acho que o mais interessante aqui do MetaReciclagem é uma aparente resistência do grupo em ser “Organização”.
Mexer no sistema?!! Acho que a gente está mexendo toda hora. Agora, querer que o sistema reflita nossos ideais de funcionamento. Aí, nem sei se isso é interessante.
*******************
Tava escrevendo isso ontem e de repente achei que tinha a ver com o #mutsaz. Sigamos.
Administração, Fernanda Scur, metareciclagem, mutsaz, organizações, Projeto de Pesquisa
andanças na noite e madrugada
Posted by dasilvaorg in papo metarec, pessoas on 08/11/2009
Nestes dias João Pessoa está tendo o prazer de ser visitada por Ricardo Brazileiro.
Ontem nos encontramos e andamos noite e madrugada afora pela cidade transportados pelo fusca 79.
Falamos de muitas coisas, dos projetos recentes, metareciclagem, descentro etc.
Visitamos diferentes tribos em diferentes espaços.
Agradável noite esta de andanças e conversê.
Saúde, Brazileiro.
Brincantes
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 15/10/2009
Eu ia fazer uma brincadeira, deu até de aprontar tudinho. Mas aí não entrego assim.
brincar de #reacesso brincantes
Daniel Duende Carvalho
Posted by dasilvaorg in papo metarec, pessoas on 11/10/2009
Quando se escreve a história do metareciclagem, tenham em mente que estão escrevendo uma lenda. Quando se estrutura a forma de pensar, fazer e multiplicar a ação metarecicleira, está se tecendo uma construção sensível e prática que se assemelha à iniciação dos shamans e guerreiros-sagrados de outrora. Algo que leva a pessoa além de sua vivência comum, apresenta a ela visões e dimensões que estão além daquilo que está em seus cotidianos, apresenta a ela conhecimentos novos, quase esotéricos, e tudo isso se transforma em um poder e uma percepção do próprio poder que é completamente nova para para a pessoa. E então ela é instada pelo grupo a colocar em prática este conhecimento… (Daniel Duende Carvalho)
danielduende, duende, herói cultural, metareciclagem, mito, mitologia, mitoreciclagem
Widebiz
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 28/09/2009
Que MetaReciclagem nasceu do meta:fora todo mundo sabe.
Mas hoje eu vi referências à lista Widebiz, cujo o nome ainda está ligado a Widesoft só que parece que abandonaram qualquer projeto neste sentido.
Vi que tanto o hdhd, quanto o ff e parece que o Bicarato também já se conversavam por lá em 2001. Fiquei curioso para saber quem mais estava na lista da Widebiz. O que esta lista representava na época?
Vamos ver o que diz o Sr. Marketing Hacker :
Primeiramente, o que é a Widebiz. Em 2000, um dos grandes acontecimentos no mundo dos negócios digital foi a criação de uma lista de debate chamada Widebiz. O moderador era Mário Persona. Um cara muito hábil que soube enfrentar o desafio de gerenciar aproximadamente 700 cabeças numa lista de discussão.
O hdhd fala dele aqui.
E o Bica fala aqui em Lista Comunidade Virtual. Era a mesma?
Muita coisa por hoje. Deixo muitas abas de lado para qualquer outro dia.
felipe fonseca, hernani dimantas, metafora, metareciclagem, paulo bicarato
Um a Um no Bando
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 17/09/2009
Ó, vou aproveitar que tô quentinho nos olhares das coisas do passado no wordpress do bando e colocar uma sequencia de imagens “individuais”. É meio que para servir de referência pra mim. Se o “referenciado” não gostar ou não quiser é só falar que eu apago.
Retorno do Encontrão
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 15/09/2009
08.40 BH-Confins, na espera do vôo para Recife
Vejo pessoas chorando. Abraços, despedidas.
Tem um senhor com o semblante fechado, introspectivo, daqueles que parecem estar olhando para algo mas não estão olhando para nada.
De repente uma expressão familiar, “Nordeste”. E alguém do meu lado negocia uma proposta que envolve a Odebrecht e a Petrobrás.
As pessoas passam e eu fico imaginando, quem serão estas pessoas?
O que eu vejo nelas? Aí é que talvez seja o ponto. O que eu vejo nelas?
Estereótipos, marcas minhas, algumas que eu próprio consigo associar e muitas que com certeza não.
Consumo de estilo de vida. Me incomodam as aparências elitizadas.
“Este lugar é uma maravilha, mas como é que faz pra sair da ilha? Pela ponte, pela ponte” Lenine.
16.30 Pe-Recife na espera do ônibus para João Pessoa
Sabe quando o cansaço bate. No momento em que começei a escrever este relato já se podiam contar quase quinze horas em deslocamento. Sai do Arraial de mototáxi às 02 da madrugada. Peguei o vôo em Porto Seguro às 04. Desci em Belo Horizonte às 05.30 e fiquei aguardando até 9.20 para sair no segundo vôo, que fez escala em Salvador e depois me deixou no Recife às 13.30. Um café no aeroporto, algumas rápidas conversas na lista, um abraço no Dpádua, na Maira e na Mariel que estavam on no Gtalk e saio para pegar um ônibus urbano e em 40 minutos chegar ao ponto onde pegaria o ônibus para João Pessoa.
21.56 dia 15 Cabedelo – Paraíba
Lembrei hoje que nas vésperas da viagem Deni me perguntou o que justificava todo esse sacrifício. Viajei com menos dinheiro do que daria para passar estes dias por lá. Sem cartão de crédito e apenas uns cheques assinados para a pousada. Na volta, não fosse a minha mãe ter despositado R$ 50,00 na minha conta, não daria nem para ter tomado o café no aeroporto. Mas eu conseguiria ter chegado em casa com R$ 3,00 ainda no bolso. Foi uma vitória.
O que justifica? Não sei, não estou buscando justificativas. Apenas sinto que tem algo “bom” em andamento e vou andando. O andamento me faz enquanto eu faço o andamento.
Que Bom Que Alguns Blogaram
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 09/09/2009
A primeira notícia que ví no twitter hoje foi o artigo do hdhd. Então logo pensei na oportunidade de fazer uns comentários e umas ligações com o meu artigo. Mas isto vai ficar para outra hora.
Ainda cedo também me veio uma idéia de reacesso da minha própria conversa online. Basicamente como foi evoluindo o caminho da pesquisa e registro no netnografando até chegar em MetaReciclagem e daí por diante.
Por quê?
É que amanhã provavelmente estarei partindo pro Encontrão e de repente me deu de organizar essa coisa com MetaReciclagem desde as mais remotas conversas. Como cheguei até aqui? Por que ainda estou aqui? Aliás, o que também foi tema de alguns dos In(ter) dependência Posts.
Mas não era por aí toda a minha estória da manhã de hoje não. Tinha alguma coisa também de escrever algo a partir do texto da Lelex. Só que o dia aqui não foi deixando. Tudo essencialmente muito em sintonia com muitos posts do netnografando que eu transportei para cá (update em 22 dez 2010: os posts foram excluídos daqui e mantidos no netnografando), onde eu sempre descrevia a minha angústia em estar tentando dar conta ao mesmo tempo de um empreendimento no mundo virtual e outro no mundo real (se é que esta separação existe). E na época, o doutorado era apenas uma aspiração. A ralação era com uma coisa apenas, essencialmente, necessária, marcante, forte, opressora até posso dizer. Bem, reacesso é reacesso. Vamos ver onde isto vai dar. Vou tentar fazer algum resgate deste percurso no próximo post.
Indo pro papo da Lelex. Só pra não deixar de lado. (Lelex, desculpa eu responder por aqui. São questões operacionais. Mas joguei na lista também).
… tá certo que a genter tá tentando tirar tempo prá fazer algumas coisas essenciais aqui prá lista… mas, será que não está a se resistir a essa tarefa? será que a gente no fundo quer mais que essa nossa lista mantenha esse espaço de tempo prá gente poder se falar?
A gente quem? Quando você a fala a gente você está falando de quem?
então, se um, dois, tres, blogaram, já está de bom tamanho, a idéia é se se torne um hábito, um costume, quem sabe, daí, assim vire lei, determinação, hehehehe.
depois de passar uns dias em retiro absoluto, em convívio com pessoas que exercitaram ao máximo seus dotes para aceitação, compreensão, cumplicidade, enfim, exercicios de tolerancia, estratégias de resistência, táticas de permanência… acho que não é prudente eu ficar achando que isso ou aquilo, basta eu reconhecer que: QUE BOM QUE ELGUENS BLOGARAM!!! eu sou interdependente!!!!
Eu vejo a participação da Lelex na lista como uma marcação de território muito interessante. Sempre com textos longos, densos, que puxam a gente pra um reacesso muito amplo antes de falar alguma besteira. Ou, você pode até desconsiderar o texto e falar assim mesmo. Por que não? Quando não é esse o caso, são afirmações contundentes, como esta aí de cima. Dá vontade de continuar o papo, mas ao mesmo tempo da medo.
Lelex, você poderia falar mais pra gente (eu e quem acessar tua mensagem) sobre o que estava passando pela tua cabeça quando você escreveu: “Eu sou interdependente?
****
Update em 22/09/2009
Exemplo Prático de Reacesso
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 07/09/2009
Acabei de ler o último post do Hernani no Marketing Hacker: Epistemologia das Redes.
Vejam que ele parte justamente da metafísica.
Bem, ele publicou isto ontem às 20:26. Neste horário eu estava provavelmente tomando uma ar na esquina para bem mais tarde vir para a casa e quebrar a cabeça aqui com a organização desse blog e o post da In(ter)dependência.
O pequeno texto já estava meio que rascunhado no meu moleco. E instalar um blog em wordpress não é trabalho nenhum. Mas, mas, mas… Sacomé. Um pouquinho de lúpulo, um pouquinho de preocupações do dia, falta de grana, dúvida se vai dar pra viajar etc.. etc.. etc.. Aí que para deixar tudo funcionando acabei fazendo umas burradas no FTP e fiquei quase até quatro da matina consertando tudo.
Claro que eu já tinha lido este texto (ou muito semelhante acho) do Hernani. Me parece que está no exemplar de qualificação da tese dele.
Mas aí, só quando você vê novamente o texto, em outro contexto, imediatamente associado a algo que você acabou de respirar. Então… REACESSO.
Tô preparado para que já já alguém diga que não há nada de novo nisto, que isto pode ser entendido como: a, b, c…
Não estou preocupado se é novo. A própria noção do reacesso elimina qualquer possibilidade da novidade ser nova. Confuso?
O mais legal nisso tudo é estar escrevendo, construindo idéias, conversando. O reacesso é evidente, como ontem pela manhã quando joguei na lista do PROPAD a preocupação com o termo reacesso e recebi esta belíssima contribuição da Raquel:
Ainda aguardava alguns outros posts para falar alguma coisa. Desde que você citou outro dia o primeiro filme de ‘matrix’ fiquei incucada com alguns dos meus pensamentos. Inevitavelmente, o reacesso me fez associar o que seria isso na matrix. Reacessar a matrix então seria o ato de entrar novamente naquela ‘realidade’. Experiencia tal que, para Neo, cada vez, era diferente. Cada vez ele, como nós, encaramos a entrada na realidade a partir de uma nova perspectiva, para achar alguma coisa que procuramos mas ainda não sabemos o que é. Nas nossas pesquisas mesmo, buscamos formas que vão além da lógica do capital, novas consciencias sobre as coisas, procurando ver diferente aquilo que estamos diariamente percebendo….enfim.
Assim, minha reflexão promovida por você sobre o reacesso me faz achar que ele nunca é o mesmo acesso de antes. Igual a idéia na frase conhecida de Heráclito “Não é possível descer duas vezes ao mesmo rio, nem tocar duas vezes numa substância mortal, no mesmo estado; pela velocidade do movimento, tudo se dissipa e se recompõe de novo, tudo vem e vai”
Enfim, o reacesso permite sempre uma nova experiÊncia aquele que acessa a partir da percepção que se tem sobre. Acho que vai bem na linha do que você falou de metafísica.
Um pequeno detalhe, este texto chegou às 14.10 do dia 6 de setembro. Portanto, antes do post do Hernani. Acho importante explicar, porque é assim que estou entendendo como mais um exemplo prático de reacesso.
epistemologia das redes, hernani dimantas, marketing hacker, metareciclagem
Rede em Reacesso em Rede
Posted by dasilvaorg in papo metarec on 07/09/2009
Quando vivemos da informação até que ponto podemos fechar os olhos e cair livremente para trás como naquele exercício do teatro?
O que as pessoas de fato falam, manifestam e o que não? Isso importa?
É preciso se deixar ser rede. Repensar o fazer. Refazer o pensar. Práxis.
Encontrei essa necessidade permanente do reacesso quando a práxis é MetaReciclagem.
O “reacesso” tem a ver com um texto, uma informação que você já havia acessado e que provavelmente já vinha operando com ela de alguma forma meio “subconsciente”. Ou ainda, sabe aquela coisa que quando você lê ou vê tem a impressão de que já conhecia de alguma maneira o conteúdo? Talvez porque você já estivesse lidando com ela na perspectiva semelhante a do “autor”.
Mas me parece que também há algo de metafísico aí. Ainda sem muitas explicações. Apenas o sentir, reacesso.
Estamos falando rede. Sentimos rede. Vivemos rede.
-
You are currently browsing the archives for the papo metarec category.
- No public messages.
Actor-Network Theory Administração ANT bailux capitalismo cibercultura ciborgue Cida Nogueira coletivos Conhecimento consciência consumo cultura digital danielduende dpádua dpaduando Encontrao 2 epistemologia das redes festival gestão hernani dimantas ideologia Inclusão Digital informação Internet Joaquim Izidro linguagem marketing hacker metareciclagem mito mitologia mitoreciclagem mutsaz organização Organizing Palavra Paraíba política rede redelabs redes sáude pública Sistemas Simbólicos Tecnologia Web 2.0
WP Cumulus Flash tag cloud by Roy Tanck and Luke Morton requires Flash Player 9 or better.
lista dos rabiscos
- Produtos, Ações, Redes
- Práxis MetaAfins: Fechando/Abrindo Ciclos
- FICD.Br, Começando
- MetaReciclagem Tecendo Redes: Chegada
- MutGamb: O que une/separa?
- Novas Formas de Organizar, Redes e Administração
- Para os Administradores do Século XXI
- Filosofia, Antropologia, Sociologia e Administração
- Organização, Projeto ou Design?
- Administração, Organização, Organizing e Web 2.0
- mitoreciclagem com água
- Digital em Ação
- O que é Actor-Network Theory
- A Rede MetaReciclagem Como Um Ator
- Uma reflexão com o sertão: tecnologias, água e invernos
- construindo o local: começando
- #expciber
- contralaboratórios
- #ficeu
- redelabs: ações, linguagem e comunicação
- menos estrangeiro no lugar que no momento
- o site brincadeira
- já é 31
- rede, releasing
- cidastemasjarbertos
- XX5 em 2019: Saúde Pública
- Representação e Natureza MetaReciclagem
- Patricia Fisch
- meu trabalho é te traduzir
- teu caso não é de ver pra crer
- onde não queres nada nada falta
- narts em Ação
- Resistência em ser Organização
- Escrevendo na hora
- mutdgamb
- @dpadua -remember the code
- O dia que li Blue Note
- andanças na noite e madrugada
- Favela Gambiarra
- Brincantes
- Feiticeiros ontologia rede: molecada
- Conceito em Ação
- Daniel Duende Carvalho
- e-waste, Brazil, “link in action”
- Marcelo Bailux
- Bando mobile PSP
- Widebiz
- Bailux, Cibercultura e Economia Política: Complexidade e Práxis
- Diego Bailux
- Léo Bailux
- Um a Um no Bando
- Retorno do Encontrão
- Que Bom Que Alguns Blogaram
- Exemplo Prático de Reacesso
- Rede em Reacesso em Rede
Archives



comentou